Decúbito lateral, com a coluna, pelve e quadris em posição neutra e alinhados.
Coloque a alça de pé. Manter calcanhares e pernas unidas pela ativação dos adutores, joelhos em extensão e pés em ponta.
Realize uma leve rotação externa dos quadris.
Realizar a flexão lateral da pelve.
Mantenha a posição inicial e o recrutamento da musculatura do core.
MODIFICAÇÕES EM CADA UMA DAS VARIAÇÕES:
1Iniciar com a perna de baixo com quadril e joelho em flexão para facilitar a estabilidade e o alinhamento do tronco.
2-Variar a resistência da mola e o posicionamento do corpo.
3-Variar o apoio da cervical (travesseiro).
4-lnicie com pequena amplitude.
5-Flexione levemente os joelhos em caso de encurtamento da cadeia posterior ou fraqueza do core.
6- Reduza a carga.
7- Coloque a alça na região da coxa.
8-Execute o exercício com o tornozelo em dorsiflexão
Retorne a posição inicial.
ATENÇÃO: Mantenha a coluna lombar e a pelve estáveis e alinhadas na posição neutra, com controle absoluto do tronco.
Mantenha o recrutamento dos músculos oblíquos durante toda a execução do exercício. Limitar a amplitude de movimento no caso de patologias de quadris como osteoartrose e lesões !abrais. Caso haja restrição no movimento dos quadris, haverá movimento pélvico compensatório Não colocar força no apoio dos braços.
Evitar o exercício nas Bursite trocanterianas.
Realizar o exercício para ambos os lados, comparando o grau e nível de controle entre ambos.
COMANDOS VERBAIS:
Visualize o movimento fluido e continuo dos quadris.
Calcanhares unidos, aperte uma coxa contra a outra na posição inicial e final (recrutamento dos adutores). Aumente progressivamente a amplitude do movimento.
COMANDOS TATEIS:
Recrutamento musculatura abdominal. Recrutamento da musculatura dos quadris. Posicionamento lombar pélvico. Alinhamento dos quadris, joelhos e pés. Posicionamento cabeça, cervical, ombros e escapulas.